quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Alemão: Frohes neues Jahr!
Búlgaro: Честита Нова Година! (Chestita Nova Godina)
Catalão: Bon any nou!
Dinamarquês: Godt Nytår!
Espanhol: Feliz Año Nuevo!
Esloveno: Srečno novo leto!
Esperanto: Feliĉigan Novan Jaron!
Francês: Bonne Année!
Hebraico: Shaná Tová!
Inglês: Happy New Year!
Italiano: Buon Anno - Felice Anno Nuovo!
Japonês: 明けましておめでとうございます (akemashite omedetou gozaimasu)
Lituano: Laimingų Naujųjų Metų!
Neerlandês: Gelukkig Nieuwjaar!
Polaco: Szczęśliwego nowego roku!
Russo: Счастливого Нового Года! (Schastlivovo Novovo Goda)
Sueco: Gott nytt år!
Português: FELIZ ANO NOVO!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Hmmm e o falar da chuva...


A chuva é tão romântica para quem olha da janela, né?
Sempre dá vontade de sorrir e chorar.
A mim ela traz o romantismo dos sonhos do passado: o teatro, o cinema, os livros, tudo que queria que fizesse parte de mim mas a muito tempo atrás decidi não me deixar seduzir.

E este ano?
Essa pergunta me angustia no ritmo das músicas natalinas e nos piscar das luzes não-ecologicamente-corretas das infindáveis cobranças de projetos e posições no ano vindouro.
Sou daqueles que gosta de planejar, não me entenda mal. E por alguns anos fui bem feliz com os meus, conquistando-os como pensado antes e terminando o ano com uma sensação de satisfação incrível.
entrementes...
este ano parece que não aconteceu. Não fiz planos no início e nada conquistei! O ano passou rápido demais e a sensação é que trabalhei...e só.
A faculdade interminável foi levada despretensiosa e desmotivadamente.
A vida profissional atrelada a ela - desculpa ou não – simplesmente hibernou. Nada fiz. Me sinto tão afastado q parece q parei por uma década.
Que sensação de impotência, de frustração e o pior...de desesperança. Fico pensando se tudo não passa de um grande medo de não conseguir trabalho com o que estudei. É tão difícil. Medo do desconhecido mundo profissional; do futuro; do não ter praonde correr. A facu ajuda muito nessa hora, mas uma hora ela acaba (por mais q a gente leve-a despretensiosa e desmotivadamente).

Pois é...e o que falar, o que pensar deste ano? Muitas desilusões, muito desastre, muito stress, uma boa dose de desentendimento e coração partido, frustrações com a realidade e com amizades, desejos e querências espremidos na preguiça e no desprezo - do mundo e minha. Vontades mesmo, nem essas sentiram-se leves. É bem verdade que a frieza faz-nos sentir indevassáveis e impenetráveis, como se preparados estivéssemos para as outras desilusões ainda advindas. Mas não é bem assim! É cru demais! Não faz valer a pena. Não sente-se valer a pena!
Curioso como somos compelidos a fazer esse retrospecto quando chega dezembro. Noutro dia mesmo comentei com uma aluna que mesmo os mais desavisados parecem não ter a menor chance contra a cultura do Natal-e-Ano-Novo. Se fosse em qualquer outro mês, você trabalharia, iria pra casa, sairia no fim-de-semana, voltaria a trabalhar e assim o mês passaria como que em poucas horas. Porém, em dezembro tudo muda. O mundo dos outros te lembra o tempo todo que o ano vai terminar! “Corra!” Conte os malditos dias! E viva-os sofrendo para que essa espera pelo NADA seja torturante! É um palpável ‘o tempo está acabando’, como se ao final do ano ou seu ser desavisado e agora insosso perecesse ou - caso você faça parte do lado A - Automaticamente ganhasse nova vida e energia. Aff, sei que estou sendo negativo e amargo porém nunca me perguntaram se eu queria fazer parte desse grupo. Aos que tem planos e sonhos; aos que acreditam no bom velhinho que todos os males apaga com a contagem regressiva do Réveillon, a estes os louros e palmas. Aos amargurados, desesperançosos, dramáticos, medrosos e enfadonhos excessivamente realistas, a doença e o olhar de recriminação. A eles a colérica culpa cristã por serem menos cristãos. Sofram malditos com suas teorias burocráticas e materialistas! Sofram com os “Oh!”s e “Ah!”s dos incrédulos na sua descrença! "Como ousam!?". Ahhhh, já que nao me poupam, então engulam a minha amargura!

Pois é. Este ano estive e estou incrédulo. E frustrado. E triste. A celebração de Réveillon ecoa com palavras ouvidas recentemente, duras e desprevenidas, e reflete o meu 2008: um ano que passou! E como a chuva, molhou a minha janela... só.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Não inédito: o que repete, mas que nunca é igual

Pra comemorar o fato de ter conseguido achar E salvar os posts mais queridos nesses quase 7 anos de BLOGs vou postar de novo os pouco(íssimos) que mais gostei.
Esse primeiro é de uma amiga que hoje em dia está de casamento marcado. O que nos faz pensar no quanto exageramos em reações a fatos sem termos a noção que o mundo não pára pra esperar, nem pára pra ficarmos maturando nossas amarguras (por mais que queiramos). Que belo tapa na cara!
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(post de 31/01/2007 às 15:49:14):
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NOSSA NOSSA! Minha vida SEX AND THE CITY
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Há quantos anos que não venho aqui!A única palavra que consigo pensar é: NOSSA!
NOSSA pq reencontrei meu BLOG depois de aaanos sem postar nada e de achar que o tinham apagado.
NOSSA pq deu saudades de voltar a escrever pra ajudar a aliviar as frustrações e a dividir as alegrias.
NOSSA pq ainda ouço OH COMELY.
NOSSA pq é engraçado como tudo na vida é cíclico e a gente se vê fazendo algumas das mesmas coisas que fazíamos na época que começavamos a nos descobrir gente, começávamos a nos descobrir amantes; não no sentido sexual (ou também), mas no sentido passional, sentimental e sazonal da palavra.
Percebi que minha vida, às vezes, parece um episódio de SEX & THE CITY. Infelizmente não no papel de Samantha, me pego vivendo e VENDO os amigos passando por problemas com a mesma base, mas que geram situações tão diferentes que é quase o mesmo texto que digo a cada um, quando vem procurar ajuda. E já que cá estou, de volta, escrevendo, acho que assumi meu papel Carrie Bradshaw pelo menos por uns tempos, né? "Um" Carrie Bradshaw tropical, mais novo, menos pretencioso e com melhor gosto pra roupas, LÓGICO! ;o)
Esses dias, ao reencontrar uma amiga, ela desabafava, se dizendo assustada e preocupada por estar finalmente solteira (recém-separada do marido) e ao mesmo tempo que era empolgante era desnorteante. Dizia não saber o que fazer, praonde ir, se viu sem amigos - já que nos anos de casada seu marido era bastante ciumento e controlador o que fez com que ela perdesse muitos amigos - e, agora querendo se apaixonar de novo, voltava a se apaixonar pelos ex namorados que teve antes de se casar (os quais mantém contato até hj). Aos olhos dos mais atentos parece saltar o fato de ser uma busca por um porto seguro; um know how que ela tinha na adolescência tão repentinamente e desesperadamente escapada que teve. Acho que muitas vezes que passamos por situações que tiram nosso chão, buscamos na memória de vida, algum fato correspondente que possa nos servir de corrimão pra nos apoiarmos e não cairmos sentados. E era isso que ela estava fazendo: buscando na vida dela, mesmo que de forma inconsciente, quando e como ela sabia gostar de alguém. Junto com isso, em um ganho secundário, ela traria a "confiança", a "iniciativa" e a "sociabilidade" que perdera desde então...ou seja, voltaria a ser aquela pessoa que um dia fora e tanto sentia falta.
Mas a questão é: A receita velha de bolo ainda funciona? Os mesmos métodos e padrões que tínhamos ainda funcionam mesmo depois de 10, 11 anos passados? Somos capazes de amar e fazer diferente do que nos ensinaram, do que a vida e nossas escolhas ensinaram?
Sendo eficazes ou não, é fato que buscamos eles, escrevendo no mesmo BLOG, ouvindo a mesma música ou dando em cima do primeiro namorado de novo. Revisitamos as mesmas histórias, com o mesmo elenco, o mesmo roteiro, mas buscando o difícil final mais feliz.

domingo, 28 de setembro de 2008

El Grande Circo de la Vida


Parece que o tema do dia ficou mesmo a cause d’amour. Diria mais, se pudesse escolher um tema do mês este o seria. Acho que todos temos um tema do mês; até um tema para cada mês!
Hoje percebi como é curioso o caminho dos sentimentos. Ao pensar nas lágrimas conseqüentes de uma bela cena de filme me deparei com a carrascal epifania do exato momento da escolha; como é difícil essa senhora! Incrível, mas será que alguém já reparou nela? Ou melhor, já reparou em si mesmo e em como muitas vezes escolhemos conscientemente a trilha mais sombria e dramática àquela onde os pássaros cantam e até o Sol tem um sorriso. Como fazemos sem perceber a escolha de interpretar com dor uma cena e não com um sorriso. Como desapercebida a idéia que antes andava perigosamente na corda bamba da mente, finge um deslize pra cair do lado mais reconfortante da tão firme rede de tristeza; cuidadosamente construída ao longo dos anos; tecida pelas habilidosíssimas mãos de costureiras comiserativas, e nas quais confiamos nossa segurança ao despencar assim que os holofotes desviam para a próxima atração.
Foi chocante! Humilhantemente chocante! Pateticamente chocante distinguir esse momento esgueirando-se entre um frame e outro. Como será possível essa opção, minha gente?! Quem, em sã consciência, optaria pela dor ao riso?! Por que diabos essa senhora sentou e me olhou nos olhos enquanto escandalizada e paralisadamente eu a notava tentando uma passagem à francesa !?
E ainda piora! Descarada ela me acenou, se recompôs e continuou seu caminho. Porém não dessa vez tudo será como antes! Idéia tola que falseou essa queda para a minha sessão semanal de tortura, tomo-te pelo braço e trate de voltar ao seu curso. Agora com a licença da polícia da vergonha faça-se digna ao subir este mastro todo de volta à linha da vida. De lá volte a dar os passos e que mesmo primeiros inseguros, mantenham-se apontados para o horizonte. Abra os braços. Abra mais! Equilibre-se e caminhe firme! Olhe para frente e como quem tem o dever de chegar à outra ponta, busque o balanço da sabedoria e a balançada vergonha. Erga o queixo! Não olhe pra baixo ou pra trás! Quem liga pra dor que insiste em retornar? Que tal de solidão já conhecida coberta de incerteza tão tentadoramente numa mesa ao lado quer ser olhada e desejada? Respire fundo e pense nos quilos a mais de gordura trans esse bolo de tantas infelizes camadas vai te acrescentar aos flancos, desprezando o peso máximo que a frágil corda sustentará! Engole essas lágrimas! Ou melhor: nem as deixe molhar as pestanas! Barriga pra dentro e peito pra fora! Levanta essa cabeça e mova-se pro futuro pois quer saber, só você conhece o peso que já carrega, e esse jamais será confundido com absolutamente nada a não ser o músculo de suas pernas, braços e pescoço. Sem todos não há espinha dorsal que agüente a passagem por tão pouca superfície de contato. My dear mistress, don't never forget: the show must go on!

*(God give me strengh – Kristen Vigard)*

domingo, 3 de agosto de 2008

...Não obstante...(a linguagem vulgar do texto de separação)

Aviso a todos: Cuidado com o 'quase'! Pode ser pior que o 'foi'!
Uma vez ouvi de alguém: "As pessoas têm medo de viver a fossa e chegar ao fundo do poço e com isso tentam parar no meio do caminho a qualquer custo. Isso é burrice! Nessa batalha a gente acaba preso no meio do caminho e luta pra não descer mais porém sem impulso pra voltar pra cima. Ao fossar (sim, isso é um verbo que acabei de descobrir) vá até o fundo do poço porque de lá você só pode subir!" e agora acho que isso se encaixa em mais coisas do que o poço per say.
Não acho que esteja vivendo um momento poço pois já a vivi, e eu CONHEÇO a sua cara feia de longe, mas esses sentimentos de decepção e batalha contra a vontade de dar a cara a tapa e ser carinhoso de novo com quem não-tá-merecendo-mas-você-ainda-gosta não vão embora de jeito algum!
Tomei a árdua decisão de me desligar do 'quase' (pelo menos do aspecto amoroso) e com isso não posso me deixar seduzir pelos infindáveis "Você tá diferente. Tá tudo bem?" pois são infrutíferos e tão fulgazes quanto foram no passado. Isso também é difícil! Pra caramba! Tenho uma tendência forte a falar e querer discutir relação (é o meu lado mulher...ui!) só que what's the point? sabe?! Discutir só por discutir não adianta de nada! Se uma das coisas que me fez terminar meu 'real' foram exatamente as sucessivas DRs facilmente abstraídas e dificilmente aprendidas no dia seguinte não vai ser no 'quase' que eu vou querer perder meu tempo com isso, claro! Só que no 'real' eu consegui dar um ponto final. Por que no 'quase' isso parece hercúleo?! Quem diz q é melhor arrancar o band-aid de uma vez do que aos poucos pode até ter razão, mas só fala isso porque o joelho ralado não é o seu, né?
entrementes...
sabe o que é pior?! Rá...E a culpa tá aonde, você pergunta. Eu respondo: AQUI! Ver a pessoa perguntar "Você quer falar alguma coisa?" algumas vezes e não dizer tudo que tá com vontade parece fazer com que esteja escolhendo o caminho errado e com ele estar condenado a um futuro sonoro "Bem feito!". Acho que só posso esperar o que esperei naquele momento também de escolha: que essa decisão seja a melhor e que ela passe.
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"El cielo está cansado ya de ver
la lluvia caer
y cada día que pasa es uno más
parecido a ayer
no encuentro forma a alguna de olvidarte porque
seguir amándote es inevitable
.
siempre supe que es mejor
cuando hay que hablar de dos
empezar por uno mismo
ya sabrás la situación
aquí todo está peor
pero al menos aún respiro
no tienes que decirlo
no vas a volver
te conozco bien
ya buscaré qué hacer conmigo"
(Inevitable)

domingo, 6 de abril de 2008

Ne me quitte pas!

E nesta semana de grandes emoções recomeço é a palavra de ordem.
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As coisas para recomeçarem precisam do fim de outras e este ciclo diário, ordinário e por isso quase invisível é o oxigênio dos nossos organismos na rua. Ao continuarmos nossas vidinhas comuns e encantadoras, nem por um segundo pensamos nessa constante, mas esta semana ela me foi imposta aos olhos em neon, com cores fluorescentes e piscantes.
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No trabalho tive um feedback positivo de uma situação que há muito me incomodava. Finalmente ouvi o que queria ter ouvido de quem, no final das contas, importava - por mais que não tenha sido da causadora da mazela. Isso em si já me possibilitou desatar os nós que me prendiam à insegurança-insatisfação-e-desamparo; elados estados conseqüentes da frustração pelo ocorrido. Com essa grata surpresa prontamente um suspiro de alívio me inspirou de novo e expirou os resquícios da fadigosa.
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Na vida mais pessoal, um recomeço assaz inesperado também me veio recoberto de conclusões. Remediando feridas que mesmo já curadas não deixam de marcar minh'alma com cicatrizes responsáveis pela força e fraqueza. Triunfante comunico o fim da era dos lamurios!
Se existia ainda alguma sobeja de rancor, mesmo que escondida no mais profundo e inalcansável poço das emoções e experiências, ou cravada no meu muro das lamentações, esta foi raspada, rebocada e emassada; qualquer marca antes mal-parecida agora se faz como texturização de um reformado coração cada vez mais forte e feliz no overall da vida.
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Obrigado coração, por sustentar tão honrosamente as incisivas facadas, pela esperança mantida e calorosamente recompensada;
Obrigado pulmão, pela teimosia de um respirar insistente;
Obrigado pés, que mesmo quando o caminhar parecia em brasa não se desviaram nem cansaram;
Obrigado pecoço, por manter minha cabeça erguida e o olhar no horizonte a alcançar;
Obrigado alma!
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"Aux armes, citoyens!
Formez vos bataillons!
Marchons!
Marchons!
Qu'un sang impur
Abreuve nos sillons!"
(La Marseillase)
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terça-feira, 1 de abril de 2008

Seja bem-vindo!

Entremente
*
muita mente
muito mesmo
muitos entrem
entrem mesmo
**
menos mente
menos tremem
entremente
mentem menos ?
***
mesmo em trem
em ter mente
em te ter
mentes
tentem
troam
entrem,
Entes.